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O que você faz pelo seu futuro financeiro?

11/11/2017

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Como calcular o valor do meu Seguro de Vida?

 

 

Adquirir um seguro de vida ainda não é um hábito popular entre os brasileiros. Dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) indicam, entretanto, que o cenário está mudando. Houve um aumento de 27,4% do produto. Segundo o presidente da entidade, Marcio Coriolano, em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real do grupo O Estado de S. Paulo, o crescimento ocorreu em decorrência de uma “postura mais preventiva e preocupada das pessoas em garantir uma renda no futuro para si ou seus familiares”.

 

Embora a consciência dos brasileiros tenha melhorado em relação ao assunto, há ainda muita dúvida ao contratar um seguro de vida. O valor cobrado na parcela é o quesito que mais causa confusão. Isso porque não existem planos prontos, com preços já definidos. Ou seja, não basta fazer uma simples busca no Google para saber qual empresa oferece as melhores condições. Antes a operadora precisa de várias informações a respeito do cliente a fim de fechar o pagamento mensal adequado, de acordo com cada realidade.

 

Como é calculado um seguro de vida?

 

Os seguros de vida aumentam conforme as coberturas estipuladas na apólice. Quanto mais serviços contratados, maior o valor. Atualmente, existem diversos tipos, como Assistência Funeral, Doenças Graves e Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA) - que pode se estender a uma parte específica do corpo, como mão e olhos. A cobertura principal, a de morte, no entanto, é a mais complicada de ser calculada. Há vários fatores a serem levados em consideração. Por isso, as seguradoras pedem aos seus clientes para preencher um extenso formulário, com diferentes perguntas. Vejamos algumas delas.

 

  • Família e bens: o primeiro item é sobre a vida do contratante. É casado? Tem filhos? Se sim, qual a idade? Possui bens, como casa, carro e investimentos? Todos esses pontos são levados em consideração, pois as necessidades mudam de caso para caso. Por exemplo, o que uma mãe de três crianças pequenas precisa não é o mesmo de uma com um filho grande ou ainda de uma mulher solteira.

 

  • Idade: o valor da parcela do seguro de vida aumenta de acordo com a idade do cliente. As empresas consideram o risco de morte de uma pessoa acima dos 60 anos maior do que o de uma de 30, mesmo sendo possível ocorrer uma fatalidade com a mais jovem a qualquer momento.

 

  • Histórico médico: as operadoras levam em consideração a saúde do paciente no momento de calcular o valor a ser pago mensalmente. Antes de firmarem o contrato, o segurado precisa relatar as doenças pré-existentes, os históricos médico e familiar, além de contar se pratica exercícios, fuma, bebe ou usa drogas. Uma pessoa já diagnosticada com uma enfermidade grave não será aprovada ou pagará mais caro pela parcela, dependendo do caso. É importante fazer a apólice enquanto se está saudável.

 

  • Profissões e lazer: nem todos os profissionais possuem direito a obter um seguro de vida. Trabalhos como agente penitenciário, garimpeiro, mergulhador e piloto automobilístico, por exemplo, têm um risco muito elevado de morte acidental para serem aceitos. A forma de lazer também é levada em conta, nos casos de práticas de esportes de radicais. Algumas atividades consideradas perigosas até são aprovadas, mas encarecem o pagamento mensal.

 

Uma dica importante no momento de fazer um plano é não mentir ou omitir nenhuma informação do questionário. A apólice pode ser cancelada.

 

Qual o capital segurado é ideal para sustentar a minha família?

 

Além de não saber calcular um seguro, o cliente, em geral, também não faz ideia qual o valor da apólice atenderia, de fato, à sua família. Para descobrir, é necessário fazer umas continhas. Separe um tempo e levante algumas informações sobre a casa. 

 

  • Avalie a renda e as despesas: discrimine as despesas fixas atuais, de todos os moradores da residência: escola das crianças, carro, contas, planos de saúde, dívidas, financiamentos de imóveis ou do carro e etc. Relacione ainda o valor da média dos gastos variáveis, como lazer, alimentação, entre outros. Depois do levantamento, some o total de tudo e pense no número de anos que gostaria de deixar a família bem assegurada.

 

Exemplo: Uma família formada por um casal com um filho. O pai, o contratante do seguro, ganha R$ 8 mil e a mãe, R$ 4 mil. O filho já está na faculdade, mas só terá condições de contribuir com os gastos da casa em cinco anos.

 

  • Renda total da família: R$ 12 mil

  • O total das despesas familiares é de R$ 8 mil. O pai arca com R$ 6 mil e a mãe com R$ 2 mil.

 

O cálculo do seguro deve levar em conta o tempo necessário para o filho completar os seus estudos e começar trabalhar. Ou seja, cinco anos são o suficiente para que a família tenha a segurança financeira almejada. 

 

  • Avalie o patrimônio: Liste todos os bens - investimentos, casa, carro, objetos de valor - e peça a um advogado ou um contador para fazer um cálculo médio dos gastos de um inventário, incluindo o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), diferente em cada estado, as taxas de cartório e os honorários do próprio advogado, que, normalmente, são de 6% dos bens. A maioria das apólices costumam oferecer a assistência funeral. Portanto, o custo não precisa ser levado em consideração.

 

Exemplo: a família citada acima tem o apartamento próprio em que vive, avaliado em R$ 300 mil, mais R$ 50 mil em investimentos. Acrescente os valores do ITCMD e mais os custos advocatícios, que seriam de R$ 17,5 mil (se considerar os 5% sobre o total dos bens, cobrados no RJ) e R$ 21 mil, respectivamente.

 

Conta final:

 

Some:

Despesas (R$ 8 mil x 12 meses x 5 anos) = R$ 480 mil

ITCMD = R$ 17,5 mil
Advogados = R$ 21 mil

Total = R$ 518,5 mil

 

Desse montante, subtraia:

Renda da mãe (R$ 4 mil x 12 meses x 5 anos) = R$ 240 mil

Investimentos = R$ 50 mil

 

Total = R$ 228,5 mil. Esse valor é o mínimo necessário para o sustento da família pelos próximos cinco anos. Portanto, é preciso pagar uma apólice que, ao menos, cubra essa quantia.

 

Como é possível perceber, contratar um seguro de vida costuma ser um pouco mais demorado do se gostaria. Vale a pena, contudo, fazer um esforço e gastar um tempinho. E fique alerta: apesar de ser muito cômodo aceitar uma proposta de banco ou de alguma empresa que ofereça um plano pronto e baratinho, a cobertura e o valor da apólice podem não ser o suficiente para auxiliar aos seus familiares, em momento tão triste quanto esse. Em caso de outras dúvidas, consulte sempre um corretor ou um especialista da área.

 

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