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O que você faz pelo seu futuro financeiro?

11/11/2017

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Você tem filho pequeno? Saiba por que agora é o momento de começar um Plano de Previdência pra ele e um Seguro de Vida pra você.

 

O nascimento de um bebê é um momento de felicidade e amor. Junto com a criança, no entanto, vêm as responsabilidades, o trabalho e as despesas. Roupinhas, carrinho, brinquedos e fraldas, muitas fraldas. São tantos afazeres e gastos imediatos que nos esquecemos de pensar financeiramente no longo prazo ou ainda como os rebentos ficariam na nossa ausência.

 

Parece bobagem falar em um futuro tão distante quando se tem um neném, mas o estresse dessas preocupações pode ser evitado, com planejamento desde cedo. Existem diversas maneiras de se preparar, mas aqui vamos tratar de duas, que combinadas podem garantir o bem-estar da família nos anos por vir: a previdência privada no nome da criança e um seguro de vida no dos pais.

 

O custo de um bebê recém-nascido é grande, mas quando a criança cresce tende a aumentar ainda mais. Escola; cursos extracurriculares; esportes; alimentação; mesada; roupas; e um monte de pedidos de presente. Depois da maioridade, uma universidade também pode elevar muito o orçamento doméstico, dependendo da instituição escolhida.

 

Para ajudar a equilibrar as contas de casa, uma opção é fazer uma previdência privada, no nome da criança. Assim, se o dinheiro for investido mais de dez anos, com uma tabela regressiva, por exemplo, pode ser retirado com apenas 10% de alíquota de Imposto de Renda. Nesse tipo de regime, quanto maior o tempo da aplicação, menor será a tributação - por isso, deve-se começar desde cedo.  

 

Depois que completar 18 anos, o jovem será capaz, então, de usar esse valor nos estudos universitários, no intercâmbio sonhado ou ainda no primeiro carro. Se nenhuma das alternativas parecer atrativa, pode usar na entrada de um apartamento próprio ou deixar render para aposentadoria. Um pouquinho por mês tem a chance de se tornar um “muitão” em alguns anos.

 

Para melhorar, os pais que decidirem fazer uma previdência privada em nome dos filhos ainda têm a possibilidade de obter dedução no Imposto de Renda. Quem possui dependentes, normalmente, costuma fazer declaração completa para abater gastos, como planos de saúde e educação.

 

Nesses casos, a melhor a escolha de plano é o PGBL, pois o contribuinte tem até 12% de desconto na renda bruta anual. Pode ser um alívio, para tanta despesa. Na hora do resgate, no entanto, o IR incide sobre toda a renda. Já se o contribuinte fizer a declaração simples, recomenda-se optar por um VGBL. O plano não concede benefício fiscal, em compensação, apenas o rendimento da aplicação é mordido pelo Leão.  

 

A ideia da previdência privada para os filhos é tentadora, não é mesmo? Mas e se a vida der aquela reviravolta e um dos pais adoecer ou for vítima de um acidente? A falta dele ou mesmo sua invalidez podem afetar a renda familiar.

 

Pensar em situações assim são sempre desconfortáveis e a maioria das pessoas não gosta nem de cogitar. Embora seja desagradável mesmo, o planejamento diminui muito o estresse em uma eventualidade. Por isso, além da previdência, recomenda-se um seguro de vida, com coberturas de Doenças Graves (DG) e de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA). Dessa forma, garante-se o capital necessário para o cônjuge ou um parente terminar de pagar os estudos das crianças, em caso da morte ou da interrupção brusca da atividade profissional do contratante. Após a maioridade dos filhos, eles poderão resgatar o restante do dinheiro para realizarem os sonhos, como entrar na universidade.

 

A Icatu Seguros também disponibiliza o simulador Na Medida, que calcula a previdência privada aliada ao seguro de vida. O site revela quanto é necessário contribuir, para manter o mesmo padrão  financeiro na aposentadoria, e qual o capital segurado recomendado para prover recursos familiares por até cinco anos.

 

Diante de tantas informações, deve-se avaliar bem o que se deseja, de acordo com a própria realidade. Antes de se fechar um contrato, converse com um especialista, para ter a certeza qual a melhor opção. A ideia é curtir e amar a criança e deixar a preocupação de lado.

 

 

 

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